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Archive for maio \29\America/Sao_Paulo 2013

1º Congresso Internacional de Compliance

1º Congresso Internacional de Compliance

Dia 28 de maio no auditório do Hotel Renaissance em São Paulo, com a organização da LEC e da WorldCompliance, foi realizado o 1º Congresso Internacional de Compliance no Brasil e está sendo considerado um marco histórico para esta área tão relevante no momento atual. Os participantes assistiram a apresentação de destacadas personalidades de Compliance, inclusive com a participação do presidente do Coaf, Sr. Antonio Gustavo Rodrigues. Foram tratados temas como a regulamentação da FACTA, Lavagem de Dinheiro e Financiamento do Terrorismo. O evento foi dividido para atender aos setores Privado e Financeiro.

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Foto: Ana Caroline Fernandes Nonato, presidente do Instituto de Varejo abrindo o evento.

Foto: Ana Caroline Fernandes Nonato, presidente do Instituto de Varejo abrindo o evento.

Dia 24 de maio no auditório da Livraria Cultura do Shopping Market Place em São Paulo, com a organização do Instituto de Varejo, Livraria Cultura e Mauser Security Technologies, foi realizado o 1º Seminário Brasileiro de Prevenção de Perdas. Os participantes assistiram aos Gerentes de Prevenção de Perdas, Sr. Manoel José Oliveira Santos da C&C, Sr. Erlan Resende da Livraria Cultura, Sr. Joelmir Stampini da Fotótica e o Diretor de Prevenção de Perdas e Gerenciamento de Riscos, Sr. Paulo Polesi, contarem suas experiências e desafios na implantação e gerenciamento de programas de prevenção de perdas no varejo. O Instituto do Varejo planeja realizar outros eventos semelhantes este ano e promover o networking dos profissionais do setor.

 

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Tinha como objetivo escrever sobre as novidades da EXPOSEC 2013, que primordialmente deveria apresentar e descrever as inovações e as boas soluções deste ano e as tendências que estão se consolidando. Contudo, meu instinto me levou mais uma vez a explorar o que considero um grande vácuo na segurança brasileira, infelizmente um problema persistente e notável, mesmo na feira deste ano. Observamos mais uma vez, que não são detectáveis iniciativas pró ativas, voltadas a garantir os resultados esperados pelos recursos técnicos e humanos oferecidos, por nenhum fornecedor. Esclareço que, todos tem a preocupação de demonstrar a qualidade de seus produtos e serviços, mas, não conseguem demonstrar convincentemente como isto será alcançado. Os futuros clientes não podem considerar como resultados válidos os exemplos bem sucedidos de aplicações de tecnologia e de vigilantes já implantados pelos possíveis fornecedores, se não for demonstrado categoricamente o processo de absorção de aprendizagem, duração e custos até que os resultados esperados pelo projeto de implantação sejam alcançados. Em todas as avaliações de sistemas integrais de segurança que atuamos, nunca vimos um relatório de implantação ou qualquer outro documento da empresa contratante que demonstrasse claramente estas informações. Analisar estes dados podem nos indicar as vantagens e desvantagens de uma troca de prestador de serviços de segurança, implantação de novos postos e dos impactos que novas tecnologias provocam nos operadores até serem absorvidas. Esta análise enriquece o conhecimento interno das necessidades de gestão e dos próximos requisitos a serem identificados, dimensionados e planejados. É esperado que, todos os aspectos relevantes e impactantes esperados nestes momentos, sejam absorvidos pelas pessoas envolvidas diretamente no novo modelo. Se assim considerarmos a atual situação do mercado, é razoável discutirmos a falta de cursos e treinamentos específicos para serem indicados na implantação ou remodelagem dos novos recursos adquiridos.  Parece que se espera que a solução vá ocorrer pelo simples investimento, sem que se garanta o entendimento das necessidades básicas para a execução dos novos processos decorrentes destes investimentos e da necessária preparação dos homens que irão operá-los e absorvê-los. Devemos entender que de uma forma geral, a atual grade dos cursos de formação de vigilantes, bem como, os cursos técnicos oferecidos pelas empresas implantadoras de tecnologias não atendem as necessidades operacionais geradas pela integração dos recursos de segurança atualmente disponíveis. A visão holística, integrada e abrangente, não está sendo contemplada em nenhuma das partes. O que considero mais lamentável é o fato de que os próprios clientes finais não se deem conta desta falácia. Nossa afirmação se baseia no fato de que não existem cursos extracurriculares oferecidos pelas escolas de formação de vigilantes, ou quaisquer outras iniciativas voltadas ao mercado. Se houvesse demanda para este nível profissional, com certeza haveria opções no mercado, ou seja, ninguém quer pagar pelos cursos, mas estão pagando uma conta bem maior no final da ponta. Resta saber se por negligência ou por falta de cultura interna das empresas, o que não se justifica e precisa ser corrigido. Falta planejamento, conhecimento solido de gestão de segurança, e principalmente experiências mais profundas que proporcionem a visão holística necessária para a elaboração de soluções mais consistentes e permanentes. A questão principal gira em torno dos controles, da falta ou da ineficiência deles. Da mesma forma que a falsa sensação de segurança é um grande fator de insegurança, o desconhecimento sobre a eficácia dos controles também o é, na sua essência. Treinamentos são fundamentais para a capacitação funcional de um sistema integrado, onde as decisões são tomadas por pessoas que se utilizam não somente de regras, mas também de suas experiências e instintos. Dar rumo a estes instintos é responsabilidade dos cursos e não de manuais de operações. Mais treinamento, se traduz em processos mais inteligentes, proporcionando melhores controles que podem ser auditados. A insegurança pessoal na tomada de decisões, talvez seja o maior problema na longa duração da implantação efetiva de um sistema integrado de segurança. O ponto ideal de operação da segurança só será alcançado pelo treinamento adequado e oportuno, ou pelo alto custo de erros e experiências equivocadas resultantes e suas consequências. Para quem pensa diferente, sugiro que reflita sobre a razão de tantos sistemas de segurança serem vencidos por agressores cotidianamente. Parece-nos que o descrédito nos sistemas de segurança, ou pelo menos a resistência em ampliá-los, tenderá a crescer se os investimentos necessários nos recursos humanos não forem devidamente valorizados pelos tomadores de decisão.

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Entrevista concedida à Rede Record de Televisão sobre Fraudes Bancárias

Entrevista concedida à Rede Record de Televisão sobre Fraudes Bancárias

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Palestra realizada na Universidade Anhanguera/UNIBAN em 04 de Abril de 2013

Palestra realizada na Universidade Anhanguera/UNIBAN em 04 de Abril de 2013

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