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Archive for março \13\America/Sao_Paulo 2014

Distúrbios Urbanos, Insurgências, Terrorismos, Guerras, Leis Marciais, Pandemias, Falência do Estado, Rupturas Assimétricas Contemporâneas estão cada vez mais presentes nas análises de cenários nacionais e internacionais de riscos corporativos. Costumeiramente as empresas organizadas e com modelos de gestão modernos mantém recursos humanos, técnicos e organizacionais para prevenir, combater e absorver da melhor forma possível, impactos oriundos de riscos financeiros, naturais, humanos e tecnológicos. São previstos e espera-se que testados, planos de emergência, contingência e continuidade de negócios para diversas modalidades dos riscos citados. Contudo, com o desenvolvimento social humano e os desafios geopolíticos atuais, nesta última década inclusive se discute a chamada exo-política (extraterrestres entre nós), através dos conhecimentos científicos alcançados, são estudados e analisados pelas grandes potências cenários onde desastres, catástrofes e colapsos totais podem estar presentes. Nesta conjuntura, as empresas em qualquer tipo de negócio, localização ou tamanho também precisam se adequar. Para quem vê este tema como utópico, podemos citar questões simples, mas que sempre pegam as empresas com as calças nas mãos, como erros crassos de falta de prevenção e contingenciamento em casos de incêndio ou inundações, ou mesmo a Petrobrás que foi pega de surpresa na Bolívia, perdendo uma refinaria e grandes investimentos. Normalmente estas empresas agem somente na correção direta destes problemas, já em situação de crise e claro, sem condições possíveis de se fazer o que se desejava. Se pesquisarmos bem, acabaremos por entender que medidas básicas gerenciais do dia a dia que garantam a qualidade dos processos de manutenção, de produção e armazenamento evitariam princípios de incêndio, queimaduras, intoxicação e danos ambientais, por exemplo, não são seguidos e até ignorados em muitos casos. O que se dizer então sobre temas mais complexos que dependem de políticas sérias, consistentes e permanentes, onde o ser humano é quase que exclusivamente o responsável pelo sucesso das desejadas medidas previstas nestes planos? O risco presente de o negócio falhar com a relação direta do desemprego poderia ser um potencializador de comprometimento e aderência na aplicação de novos recursos e métodos de trabalho, mas isto nem sempre ocorre, principalmente onde o ambiente interno é de total competição e de pouca percepção para os resultados de equipe, individualizando assim, seus objetivos em bases imediatistas. Porém, os desafios empresariais do momento apresentam-se com grande dependência externa, inclusive de políticas nacionais e internacionais exigindo esforços notáveis de análises preditivas e planejamento estratégico condizente. Neste sentido, fica a dúvida se os gestores de riscos e os planejadores estratégicos estão conseguindo desempenhar bem seus papéis, pois, não basta manter uma base de avaliação de risco atualizada e bem documentada, se não conseguirem gerar mudanças. Apesar dos CEO’s brasileiros serem amplamente festejados internacionalmente, a nosso ver, o nível de gerência ainda precisa de maturidade, principalmente em questões de competências e relações estratégicas. Nesta perspectiva, os gestores de segurança corporativa ainda enfrentam dificuldades para conscientizarem seus clientes internos da nova realidade. Como case, gostaríamos de exemplificar com o fato do diretor da Agência Nacional de Administração do Ar e Espaço – NASA em 2011 ter gravado uma mensagem pedindo a todos os funcionários da agência, tratados como a família NASA, que fizessem preparativos pessoais e familiares para uma eventual emergência nacional. Na época, havia fortes indícios de que uma explosão solar de grande magnitude pudesse afetar e paralisar os sistemas eletrônicos e equipamentos de comunicação em todo o planeta – o risco ainda existe. Apesar de os norte americanos conviverem com o risco permanente de uma hecatombe nuclear no próprio solo há décadas, e existirem enormes e múltiplas ações nacionais que preveem meios de sobrevivência para o caso de diversas catástrofes, foi preciso que o maior expoente do poder administrativo daquela agência viesse a emprestar seu cunho direto para passar a seriedade de seu pedido. Como podemos ver, onde supostamente a mensagem deveria por si só atingir seu objetivo plenamente, já que o pedido do diretor foi para o próprio benefício dos funcionários e de suas famílias, mesmo lá, houve a real preocupação com a possível falta de aderência na preparação desejada. Talvez o zelo tenha ocorrido em razão da administração da NASA avaliar que havia o risco real dos funcionários minimizarem o perigo, considerando-o como uma ameaça em potencial, sem a certeza desejada para uma grande mobilização. Devemos salientar que o conteúdo da mensagem era voltado às medidas de preparação familiar para o advento previsto, para assim permitir que os funcionários pudessem trabalhar com a certeza de que seus familiares estariam bem naquela ocorrência. Será que não devemos supor que neste cenário, se não toda a maioria dos funcionários não optaria por ficar em casa com seus familiares e dependentes até que o cenário se estabilizasse? Não nos esqueçamos de que a NASA emprega funcionários federais e suas atividades são consideradas de alta prioridade, principalmente neste tipo de crise. Na época o possível evento foi noticiado pela grande mídia brasileira e minimizada pelos órgãos federais brasileiros de ciência e tecnologia, sem que nenhum pronunciamento oficial sobre o problema potencial fosse dirigido aos brasileiros. Atualmente a FEMA, órgão federal americano responsável pelo gerenciamento de grandes catástrofes, como a ocorrida na passagem do furacão Katrina de escala cinco em 2005, em tese se mobiliza desde 2008 para um evento possivelmente sem precedentes, criando, segundo notícias de jornais e televisões americanas, mais de 700 campos de retenção de pessoas e construindo enorme logística para recolher, transportar e enterrar milhões de pessoas, bem como, ampliou significamente o número de abrigos subterrâneos, podendo chegar a acomodar mais de um milhão de pessoas, entre outras medidas. Não se sabe ainda quais seriam os riscos e suas origens para tamanha mobilização nacional. Algo está para acontecer em futuro muito próximo e até iminente. Não podemos nos esquecer do fato também noticiado, de que “todas” as nações supostamente enviaram sementes para um abrigo subterrâneo localizado na Suécia, para que as mesmas possam ser preservadas em caso de alguma ocorrência catastrófica, e que muitas destas, também se preparam de alguma forma. Nunca houve na história exercícios como os que têm ocorrido nos últimos anos em diversos países visando emergências de grande vulto, inclusive com a participação de grandes massas de pessoas. E os brasileiros, como ficam nessa? Uma nova ordem mundial se pronuncia para os “afortunados” sobreviventes? Peço que pensem a respeito e reflitam. Alguém acredita sinceramente, que estes países gastariam tantos recursos para emergências e contingenciamento, em um momento globalmente tão crítico financeiramente, se não se acreditasse ou conhecesse algum fato extremamente fatalítico? Por favor, pesquisem e se informem a respeito para poderem formar opinião.

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2 Seminário Geral de Segurança FIFA 2014

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