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Archive for maio \14\America/Sao_Paulo 2014

Recebendo placa de palestrante no COBRASE das mãos do Paulo Reis

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COBRASE 2014 em São Paulo

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Em ano eleitoral, como todos sabemos tudo pode acontecer, mas a tendência de reeleição presidencial é historicamente certa em razão da manipulação pela chamada “máquina governamental” por quem está no poder. Contudo, apesar do momento atual divergir do ambiente que propagou a implantação da ditadura militar em 64, nota-se diversos vetores de riscos presentes, como inflação, gastos públicos elevados, infraestrutura pública defasada, criminalidade, desemprego, falta de liderança política, políticas sociais equivocadas, credibilidade do governo e dos governantes em baixa, corrupção, desordem e anarquia, como ingredientes que combinados promovem enorme insegurança geral e prenunciam a necessidade de grandes e urgentes mudanças. Céticos podem entender que nada vai mudar agora, mas o cenário mundial mostra o contrário e o risco maior pode ser o de que se usem exemplos externos para justificar medidas internas extremas pela situação, oposição ou de terceiras partes, para supostamente mudar a ordem das coisas. Como de costume, para os otimistas alguma coisa vai acontecer e colocar tudo nos trilhos, mas para os pessimistas tudo deve piorar muito antes de começar a melhorar. Até aí nenhuma novidade, mas estranhamente não há demonstrações dos observadores de plantão para analisar as reações exageradas dos dois lados da balança e indicar possíveis soluções para nossos problemas. Que influências desconhecidas e misteriosas estariam acuando os moderadores? Porque os pensadores e analistas mediáticos não se atrevem a associar os elementos de riscos atuais e param de analisar problemas isolados, alertando e tentando acelerar as tão esperadas mudanças? Depois das manifestações públicas por mudanças os políticos correram às televisões para dizer o quanto estavam sensibilizados com as solicitações das massas nas ruas. Apesar disto não estamos vendo estes reflexos no Congresso Nacional, a inépcia e o descolamento entre as ações políticas e a realidade cotidiana de seus eleitores continua. Os riscos estão elevando-se, mudanças comportamentais estão ocorrendo rapidamente em vários países do mundo onde estes catalizadores de grandes ameaças estão sendo observados, mesmo nos aparentemente mais organizados e politicamente maduros. Sem tendenciosidade e paixões devemos entender que existe um consciente coletivo que está interconectando todos nós na insatisfação e frustração com o momento que a humanidade está vivenciando. A literatura indica que a tendência é de que a radicalização impere neste cenário, mas em termos gerais, que as pessoas em algum momento temam mudanças em grandes crises institucionais e acabem se agarrando a ideias e ações de falsos salvadores. Alguma semelhança com a história recente deste país? Que fique bem claro, as pessoas estão esperando um estadista surgir e não somente outro líder carismático com promessas vazias, seja ele quem for e de que origem, mas que seja pelo país pelo amor de DEUS!

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